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A votação dos feirenses dentro e fora do município

16/10/2018

Entre os candidatos considerados feirenses, há aqueles totalmente dependentes da votação dos conterrâneos e outros que buscam a maior parte dos votos fora. 

 

Nenhuma das duas estratégias porém garante eleição. 

 

Há os que se elegeram com uma votação maciçamente concentrada em Feira. Para a Assembleia Legislativa, Targino Machado é um exemplo.

 

Também há os que adotaram a estratégia de buscar votos fora e mesmo assim não chegaram lá. É o caso de Ângelo Almeida.

 

Os gráficos abaixo mostram os oito feirenses mais votados para deputado estadual e deputado federal, especificando o percentual de votos que obtiveram na própria cidade e no resto do estado. Estão expostos na ordem do que teve percentualmente menos votos em Feira para o que teve mais.

 

Apenas três feirenses alcançaram a eleição para o legislativo estadual: o vereador Tom, que será estreante na ALBA, pastor da igreja Quadrangular, e os reeleitos Targino Machado, médico, e José de Arimatéia, pastor da igreja Universal.

 

FEDERAIS

 

Fenômeno eleitoral que pegou carona na ascensão de Bolsonaro, a professora Dayane Pimentel superou Zé Neto no estado, mas em Feira passou longe. No estado ela teve 136.742 votos, quarta colocada. Zé Neto, em sétimo, 129.196. Em Feira, ele foi o mais votado com 50.685 e ela em segundo ficou em 15.928.

 

Ambos obtiveram Bahia afora a maior parte dos seus eleitores. Sobretudo Dayane, a menos dependente dos votos feirenses entre todos os candidatos locais a deputado federal.

 

Os dois foram os únicos feirenses eleitos para a Câmara Federal.

 

 

VOTAÇÃO PARA DEPUTADOS ESTADUAIS

 

 

 

 

 

 

 

 

VOTAÇÃO PARA DEPUTADOS FEDERAIS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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