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Marina foi a última a não conseguir falar no Jornal Nacional

01/09/2018

 

A candidata Marina Silva falou ao Jornal Nacional na noite desta quinta-feira. Como Alckmin, Ciro e Bolsonaro, teve direito a 27 minutos no ar. Que não chegam nem perto disso, já que os entrevistadores falam tanto e não deixam os entrevistados concluir o raciocínio nem para responder ao que é perguntado.

 

O ponto fraco escolhido pelo jornal para ser explorado era uma suposta falta de liderança ou a fraqueza da liderança da postulante da Rede. Lá se foram mais de 10 minutos com este tema. 

 

A candidata só pôde estender-se um pouco mais sobre Previdência, mas falou sob críticas por não ter ainda uma proposta de reforma fechada e estar se propondo a debater.

 

Teve que responder pelo apoio a Aécio em 2014, pelas denúncias póstumas contra Eduardo Campos, pelas coligações da Rede com partidos que ela critica. 

 

Enfim, seguiu-se o padrão da série de entrevistas: foco no passado, muita interrupção e mínimas oportunidades de abordar planos para o governo.

 

Elaboradas na perspectiva de desmontar os candidatos, as entrevistas do Jornal Nacional, pelo menos para o eleitor indeciso, tiveram pouca utilidade.
 

 

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