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Que o susto em Crivella sirva de lição a políticos evangélicos

12/07/2018

O prefeito do Rio de Janeiro, primeiro grande sucesso do projeto de poder de Edir Macedo, dono da igreja Universal do Reino de Deus, escapou hoje de perder o mandato precocemente, com a rejeição do pedido de impeachment pela Câmara de Vereadores, por uma margem não muito segura: 29 a 16.


Mas correu esse risco justamente por tentar exercer, em favor dos evangélicos, o poder de prefeito da segunda maior cidade do país.


Talvez o prefeito não tenha cometido irregularidade. Mas foram as vantagens prometidas ao "povo de Deus", como gostam os fieis de chamar-se entre si, que o levaram à beira do abismo.


O mau costume de tentar obter vantagens para os "irmãos" está impregnado na mentalidade dos políticos evangélicos. Que o susto tomado por Marcelo Crivella lhes sirva de lição.


Em Feira de Santana, a mais recente iniciativa neste sentido ainda está por ser votada na Câmara de Vereadores, de autoria do vereador Tom, que é da igreja do Evangelho Quadrangular. Ele quer que os templos fiquem isentos da taxa de iluminação pública. Muito parecido com Crivella, que na reunião com seus "irmãos", que quase lhe custou o pescoço, defendeu a isenção ampla geral e irrestrita do IPTU para igrejas. 

 


 

 Painel mostra votos dos vereadores no afastamento do prefeito do Rio

 

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