O novo Geddel: humilde e silencioso

13/06/2017

Claro que nos bastidores o comportamento pode ser outro, mas para consumo externo, há um novo Geddel Vieira Lima na Bahia. Sempre pronto a entrar em qualquer briga, a dar entrevistas, a provocar adversários e bater boca até com anônimos pela internet, o manda-chuva do PMDB baiano submergiu. Não tuíta mais, não se manifesta sobre nada publicamente e agora atingiu um novo estágio que beira a humildade, virtude à qual jamais alguém ousou associá-lo.

 

Noticia a Folha de São Paulo hoje (13) que o peemedebista se dispôs a abrir mão de "realizar movimentações bancárias maiores do que R$ 30 mil, se comprometendo a avisar sobre operações acima desse valor". E também ofereceu a entrega do passaporte ao STF.

 

A boa vontade voluntária, oferecida à justiça por meio dos advogados, seria, segundo a matéria, para evitar um pedido de prisão.

 

"Só falta prenderem o Geddel", foi a exclamação de um membro da cúpula do governo Temer, não identificado, no dia em que foi preso seu correligionário Henrique Alves. Desde então, a imprensa nacional tem especulado constantemente sobre a possibilidade de uma prisão do ex-ministro baiano. Ele é um ativo valioso na queda de braço entre o governo Temer e a Procuradoria Geral da República.

 

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