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Jingles contra Zé Neto e Colbert pegam pesado no WhatsApp

Na mídia tradicional - rádio e TV - os candidatos a prefeito Colbert Martins e Zé Neto moderam linguagem e ataques. Afinal é propaganda oficial, assinada.


Mas na internet, sobretudo no WhatsApp, vigora o vale-tudo. É vídeo com "prova" de crime eleitoral que não prova nada, é meme, é sobretudo golpe abaixo da linha da cintura.



Claro que ninguém assume a criação nem a difusão dos ataques, mas fica evidente para quem lê ou assiste, que as criações fluem do coração das duas campanhas.


Neste campo, ambos destilaram doses cavalares de veneno em jingles do avesso. Não são músicas para promover um candidato mas sim para achincalhar o outro. Para isso mencionam episódios desonrosos da carreira, ecoam boatos e pesam a mão nas interpretações sobre o caráter ou fatos da vida do adversário.


Ritmo, letra e melodia se assemelham. O petista teve menos sorte, porque a música contra ele está mais bem feita, se é que se pode chamar assim. Linguagem mais esculachada impossível. Zé Neto é classificado como desequilibrado, taradão, excomungado, desumano e outros adjetivos iguais ou piores.


A "canção" que bate em Colbert às vezes tem um palavreado empolado e frases longas que parecem mais discurso do que música. De quebra, reserva alguns versinhos para Zé Ronaldo - debochadamente apelidado de "coroné" - e enfatiza questões relacionadas à Educação, lembrando manifestação da APLB.


Nas despedidas os jingles se parecem muito. "Tá pensando que o povo é besta, é? Vai pra lá, seu miserávi", diz a letra dedicada a Colbert. A oferecida a Zé Neto optou por "vai pra lá, Feira não te quer, Deus é mais".


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