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BRT é parte de uma "grande obra de mobilidade", segundo Carlos Brito

O BRT é apenas parte de uma grande obra de mobilidade urbana de Feira de Santana

“Os primeiros ônibus do BRT já estão na cidade e, nos próximos dias, outros chegarão. É uma vitória principalmente num ano de pandemia, em que muitas empresas de transporte coletivo alegam grandes dificuldades financeiras”.


É o que diz o secretário de Planejamento de Feira de Santana, Carlos Brito, que classifica o BRT como "apenas parte de um grande e inédito projeto de mobilidade que está sendo construído" na cidade. O secretário é uma espécie de patrono da obra, idealizador e maior defensor.


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Brito lista o que faz parte do dito grande projeto. “Construímos dois túneis em dois grandes cruzamentos da cidade, fizemos um canal subterrâneo para acabar os alagamentos em grande parte da área central da cidade e agora estamos começando a execução do Projeto Centro, uma revolução urbanística”, define.


O projeto de mobilidade também inclui os três terminais do BRT. Um na avenida Ayrton Sena, outro na avenida Nóide Cerqueira e o terceiro no bairro Pampalona.


“Desses três pontos convergem 70% dos passageiros do transporte coletivo para os dois principais corredores, que são as avenidas João Durval e Getúlio Vargas”, afirma o secretário, rebatendo as críticas recorrentes de que a obra liga o nada a lugar nenhum.



O túnel na João Durval que Brito utiliza para justificar o BRT

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