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"CIS poderia funcionar com duas pessoas, numa sala", diz ex-gerente

A frase acima me foi dita por um ex-dirigente do Centro Industrial do Subaé, que ocupou na autarquia um cargo de gerência e pediu para não ser identificado.

São mais de 20 pessoas lotadas na autarquia, que é esvaziada e inoperante. Salários baixos, a despesa com manutenção do espaço físico talvez seja mais alta do que com o pagamento de pessoal.

De qualquer maneira, de acordo com este ex-dirigente, o que o CIS executa poderia ser feito por uma dupla de profissionais.

Eu particularmente, embora sem suficiente conhecimento de causa para atestar de modo mais convicto, admito que talvez pudesse chegar a quatro ou cinco, não mais que isso.

O que se vê ali é um órgão sem função. É de se esperar por exemplo que uma região que pretenda atrair indústrias tenha no mínimo um site com informações atualizadas, formulários para que interessados entrem em contato, este tipo de coisa básica. Procure sobre o CIS e verá que não existe quase nada na internet. O que houver é tão antigo que não tem valor.

Quando o estado não possui articulação para atração de investimentos nos seus centros industriais, como é o caso da Bahia, os órgãos burocráticos que cuidariam disso simplesmente não fazem sentido.

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