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  • Glauco Wanderley

Na 15ª tentativa Ronaldo define um nome para vice


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A médica Mônica Bahia, anunciada como candidata a vice-governadora na chapa de oposição a Rui Costa, assumiu um posto especulado anteriormente para uma grande lista de pessoas. Pelo menos 15 nomes foram mencionados na imprensa.

Lázaro, que virou candidato ao Senado foi o primeiro a rejeitar a candidatura a vice. Depois disso, com a exclusão de Lídice da Mata da chapa de Rui Costa a oposição estabeleceu que em contraste com os governistas, o candidato ao governo, José Ronaldo, tinha que prestigiar uma mulher.

O que ninguém previa era a extensa lista de recusas ou impasses políticos que levaram a várias negociações frustradas que causaram desgaste e péssima impressão no noticiário.

Foram tentadas Taíssa Gama, filha do dono do PTB baiano, Benito Gama. Ireuda Silva, da igreja Universal, a presidente da União de Vereadores da Bahia, Edylene Ferreira, que atua em Serrinha, a ex-ministra Eliana Calmon e até a cantora Carla Visi.

A dificuldade em encontrar alguém levou ainda a outras sondagens, algumas delas feitas horas antes da convenção desta sexta-feira: a vereadora Charliane, de Itabuna, a delegada Kátia Alves, remanescente do carlismo, a vice-prefeita de Vitória da Conquista, Irma Lemos, a vereadora da mesma cidade, Maria Lúcia Rocha, a ex-prefeita de Candeias, Tonha Magalhães, a vereadora soteropolitana, Lorena Brandão e finalmente a major Denice, que comanda a Ronda Maria da Penha, que ao recusar o convite, abriu caminho para outra militar, a capitã Sheila Barbosa, ideia que também não prosperou.

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