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  • Glauco Wanderley

Ausência de empresas na Câmara impede discussão sobre BRT


As empresas de ônibus não mandaram representante para a Câmara de Feira de Santana, que faria audiência pública na sexta-feira para discutir o transporte na cidade.

A sessão foi aberta e logo encerrada devido à falta das empresas, que alegaram que houve erro de data nas correspondências recebidas e com isso não puderam se preparar a tempo para a discussão.

Um ofício enviado para convocaçção veio com a informação de que a sessão seria em 24 de setembro, ao invés de 24 de novembro. Entretanto, todos os demais convocados para a sessão estavam presentes.

Um dos questionamentos que se esperava fazer é sobre a operação do BRT, já que haverá necessidade da compra de novos ônibus, maiores, articulados, para uso nos corredores de vias exclusivas do sistema.

Há muita dúvida sobre isso porque as empresas queixam-se o tempo todo de prejuízos. E de fato, uma já perdeu veículos no início do ano, confiscados pela Justiça por falta de pagamento. A outra, há poucas semanas resolveu se antecipar ao confisco, pedindo recuperação judicial por não estar conseguindo pagar a compra e estar em débito com o banco financiador.

Neste contexto, como esperar que façam novas despesas na aquisição de veículos?

Oficialmente a sessão especial não ocorreu - uma outra deve ocorrer mas provavelmente apenas no ano que vem -, mas o dia acabou marcado por um protesto que mostra uma outra face do impasse permanente do transporte público na cidade. Dezenas de vans tomaram a rua Visconde do Rio Branco em protesto contra licitação do governo municipal que pretende reduzir pela metade o número de veículos deste sistema complementar.

Representantes do transporte alternativo lotaram a galeria da Câmara para protestar

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